Anteontem ocorreu a tradicional festa do “xingar a mãe do técnico”, pelo menos aqui nos cantos obscuros de Guarulhos e, pelo que eu vi, no bairro nobre da Vila Olímpia também. Rolou coxinha na TV de 20″, palavrões em locais públicos em alto e bom som e até partes íntimas de lápis coladas em álbuns de figurinhas que jamais serão completados.
Procurado pela reportagem do JnN, o anão que não fala e apenas mexe as mãos de um jeito engraçado, Dunga, concedeu uma coletiva exclusiva para os dois integrantes deste site e foi bombardeado por perguntas sobre contos de fadas e bruxas más. “O que vale é o comprometimento e a motivação”, disse ele em um momento inóspito e inesperado.
Questionado (já que havia dado a deixa) se deixaria os jogadores escutarem “E Vai Rolar a Festa”, de Ivete, ou “Tropa de Elite”, de um grupo de rock aí, ele respondeu de prontidão: “o que manda aqui é Laruku, chapa”.