A vida é uma batalha, dessas maiores que quinze temporadas de fillers de Naruto. E aí a gente entra pra ganhar, né? Passar de ano, torcer por um time, conquistar o amor perfeito, construir um bom ambiente familiar, conseguir um emprego estável e ser feliz; assim, bem fácil e tranquilo. Mas e se no meio do caminho tiver uma pedra? E se a pedra for enorme? E se o dinamite acabar, o chakra não der conta, bater aquela preguiça e aí... FUUUUUUUUUUUUUUUUU!
De uma hora pra outra, “BAM!”, deu caca. Reprovei, meu time perdeu, tomei um pé na bunda, minha casa tá um sofrimento e meu chefe é um pé no saco. Definitivamente, feliz eu não estou. Aí vem a galera do “vai ficar tudo bem” e a gente não tá na vibe de acreditar... ou está? Depende. Uma rasteira não é o fim do mundo. É?
O que o programa propõe é um debate sobre as reações às diversas derrotas que sofremos no caminho. Levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima é lindo, mas como proceder quando a poeira tá acumulada? A teoria de ser forte é maravilhosa, mas e a prática? Isso a gente não descobre fácil num programa de rádio, mas rende uma boa conversa. Até lá.