Se é pecado ou não, ela é necessária. Nem que seja em doses homeopáticas. Com a palavra quem entende, fala Tititi:
“Pois é, os nerds/otakus/geeks/newages/seiláoquê não são conhecidos por sua máxima preocupação com a aparência. E, quando o são, têm as motivações mais interessantes como ‘fazer um cosplay’, ‘seguir o modelo de roupa de tal personagem/artista underground’ ou, pior, investem em algo pra ‘ser diferentes’. Mas eu não estou julgando. Mentira, estou sim... Seus freaks!
“Enfim, se você vai pro inferno ou não, num sei. Cá entre nós, eu prefiro entrar no inferno com meu corte de cabelo, coleira da moda e cheirando a Givenchy! E aí eu pergunto pra vocês: como anda essa preocupação com a aparência, seus lindos!? =3”
Bom, o que disse Tititi é simples: a gente pode pregar que as aparências são superficiais, que resistimos a essa ditadura da beleza e tudo mais... Mas estar em paz com sua aparência e tentar se agradar faz parte de se ser gente, né? Quedizê, até os animais de pelúcia se preocupam com esses detalhes, por que nós — nerds — também não podemos?
E nem é um caso só de meninos... É, meninas, a provocação é com vocês.