Música japonesa é tema da última reportagem da série Olhar Japonês

qua, 18/06/2008 - 09:10 — Hick


A música japonesa e suas confluências compõem o tema da última reportagem da série Olhar Japonês.

Para encerrar a série de reportagens sobre a cultura japonesa que o Jornal da Globo levou ao ar na semana passada, o tema escolhido foi a música japonesa. A reportagem, exibida na última sexta-feira (13 de junho), traz um balanço sobre a sonoridade característica do rock japonês, da música tradicional oriental e suas influências no mercado fonográfico do ocidente.

Pedimos desculpa pelo atraso com a postagem dessa notícia. Infelizmente, em decorrência dos três dias de instabilidade técnica pelos quais o site passou recentemente, não pudemos trazer o review desta reportagem da série com a pontualidade que apresentamos com as três primeiras. Esperamos que entendam e desde já agradecemos a compreensão.

Assista e leia na íntegra a última reportagem da série Olhar Japonês.

A música moderna japonesa

A música moderna do Japão faz um intercâmbio com o Brasil. Os sons milenares convivem com o rock e outras influências do Ocidente. Jornalista fez documentário sobre a cena underground de Tóquio.

Sons milenares perpetuam a tradição, mas a voz do Japão vai além.

Desde que o rock invadiu a ilha, notas de influência ocidental ecoam nas garagens.

As meninas do "Five, six, seven, eight's" ganharam projeção cantando uma das músicas do filme "Kill Bill".

A banda está no documentário que esta jornalista fez sobre a cena underground de Tóquio.

Os japoneses saboreiam a liberdade do rock, sob influência dos anos 50 e 60.

"Eles acabam pescando coisas de um lado e do outro, reproduzindo, mas com um molho bem japonês. O rock japonês é uma coisa muito intensa mesmo, eles são muito sinceros, tocam como se cada show fosse ser o último da vida deles”, afirma Pamela Valente, cineata.

Caldeirão de influências que virou sucesso no Brasil. Até a coreografia das boates de Tóquio esquenta as baladas dos trópicos.

A sintonia ocidente-oriente produziu a mais improvável das misturas: uma japonesa que canta funk carioca.

"Conheci o funk numa festa de amigos brasileiros no Japão. Quando ouvi, disse: meu deus, isso é muito bom!"

Tigarah, que trocou a carreira de cientista política pela música, dançou até o "Créu" em São Paulo, ao lado da ídola, Deise Tigrona.

A banda brasileira fez o inverso. O repertório é de músicas de desenhos animados japoneses e “j-pop”, o pop de lá.

O vocalista, único não descendente de japonês, canta sem entender a língua.

"Decoro as letras, procuro ler sempre, ouvir bastante, que aí ela vai memorizando”, diz Eduardo Capelo, vocalista.

Mas foi com uma fórmula genuinamente japonesa que o país revolucionou a relação de muita gente com a música.

O karaokê, que transforma qualquer um em cantor, se espalhou pelo mundo. No país de origem, é uma maneira de descontrair.

"Os japoneses são muito regrados, tudo o que é regra tem que ser cumprido e no karaokê é a hora que você fala: eu posso pegar esse microfone do jeito que eu quiser e cantar o que eu quiser”, explica Renato Siqueira, especialista em cultura japonesa.

Mas nem todo karaokê é tão livre assim. Os próprios japoneses, sempre muito organizados, deram um jeito de encher a brincadeira de regras. Em concursos oficiais, que acontecem nos fins de semana em São Paulo, tudo é levado a sério. Os cantores ensaiam vários dias antes de subir ao palco.

A performance é avaliada por jurados, que seguem um regulamento. Os concursos distribuem troféus e têm figurino peculiar.

Só em São Paulo, são 250 associações e 10 mil cantores. A maioria canta o “enka”, música que fala de amor e separação, e ajuda a vencer a timidez.

"Japonês não consegue nem dar bom dia e ultimamente, graças ao karaokê, a gente está conseguindo dizer até boa tarde". Luiz Yuki, presidente da União Paulista de Karaokê.

Combinando influências, Brasil e Japão se afinam na música e fogem de todos os rótulos.

Fonte: Jornal da Globo

A Rádio Blast! parabeniza a Rede Globo pela proposta de difundir a cultura japonesa no Brasil a partir da exibição dessas cinco reportagens especiais, ainda que algumas inadequações temáticas e específicas sobre os assuntos possam ser encontradas na redação das matérias.

Se você não pôde acompanhar a transmissão ao vivo da série Olhar Japonês pelo noticiário, confira os reviews de cada uma delas pelo site da Rádio Blast!:

Além das cinco reportagens, o site do Jornal Globo disponibiliza também a íntegra do bate-papo sobre cultura pop japonesa com a escritora e presidente da ABRADEMI - Associação Brasileira de Desenhistas de Mangá e Ilustração.

A Rádio Blast! aguarda com ansiedade pela próxima exposição de qualquer aspecto da cultura japonesa na mídia nacional e se compromete a trazer tudo de relevante e íntegro que for transmitido para você, caro ouvinte.

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Tony Kei Yagami disse:

qui, 19/06/2008 - 15:29

a reportagem não foi tão boa assim
mas valeu

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Patty disse:

qui, 19/06/2008 - 18:47

concordo, eles poderiam ter falado + =/

poderiam ter mencionado sobre o miyavi ou charlotte
e não o tempo td sobre o funk dessa guria aew
e os karaokes u_u

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Slade disse:

qui, 19/06/2008 - 19:15

funk no japão.. urgh D:
não gostei achei que fosse ter coisa mais interessante sobre a musica jovem no japão hoje..

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Joukou Kamehou disse:

sex, 20/06/2008 - 07:31

A parte q eu mais gostei foi a parte das músicas dos desenhos animados '-'~~

Quer dizer... A parte q eu gostei neah... Pq as outras eu n gostei n ._.''

Mas fora isso blz :D

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AMF disse:

sex, 20/06/2008 - 09:53

Ao menos falaram do Siam Shade.
E realmente, deviam ter mencionado o Miyavi como mencionaram no SPTV :[

E eu já conhecia a Tigarah, e falando francamente, ela faz um SENHOR FUNK em comparação ao nosso.

Also, créu em japonês: priceless.
クレウ、クレウ、クレウ、クレウ…

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DuduKrazy disse:

sex, 20/06/2008 - 09:59

não é mais um desses funks que falam de putaria?

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AMF disse:

sex, 20/06/2008 - 10:05

Não. Pode acreditar.

A música dela que mais se aproximaria desse perfil seria "Girl Fight", mas ainda assim...

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DuduKrazy disse:

sex, 20/06/2008 - 20:11

e aquelas batidas repetidas? tem também?

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AMF disse:

sab, 21/06/2008 - 09:05

Nem isso. Sério.

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Fux Sama disse:

sex, 20/06/2008 - 10:51

Y8QW7EYQWYUEQWUYYUuqwyeqw
funk japones essa é boa
クレウ、クレウ、クレウ、クレウ: creu?

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jaque-chan disse:

qua, 09/07/2008 - 18:06

podi crêr poderia ter sido melhor~
Poderia ter mostrado o show do miyavi!
Poderia melhorar muuuito!!
Odeio funk....rock forever~O/

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Chang disse:

sex, 18/07/2008 - 00:36

Nossa tpw as pessoas acham olhando isso q nós orientais nao sabemos faser musica vendo isso .-.
agora pensa...
isso é bom ^^
imagina se kolokace o Kyo do DeG awe ???
AYUSHGASHAUSHAUSAS
iam falar que nois é retardado mental aushaushaushasu
Mana sama iam achar q foss o capeta
por ai vai ^^

:D