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DaizyStripper e os dois álbums consecutivos

seg, 30/08/2010 - 17:46 — Irie

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Lançamento resenhado: BIRTH

Álbum de DaizyStripper

Lançamento
11/08/2010
Gravadora
Daiki Sound
Faixas
10
Duração
0s
Sem votos

A novata DaizyStripper lança, no mesmo dia, dois álbuns. LOVE e BIRTH são opostos entre si, mas, primeiramente, falemos de BIRTH.

O álbum começa com a introdução “KAMAKURA”, que é muito bem produzida, bem feita e dá um clima legal para a segunda faixa, “Trigger”, que é uma música mais agitada, com melodias bem felizes, bons arranjos de pianos e violinos. “Tsumi na Bachi” é a terceira faixa e já era conhecida dos fãs que viram o DVD da banda que possuía músicas até então não lançadas. A música lembra as da banda SID e tem um refrão muito legal e empolgante. Uma das músicas mais legais dessa banda. “Hakuchō Ranbu” é uma das músicas pesadas do DaizyStripper. O que chama a atenção é o refrão, que é muito bem arranjado e muda o clima da música, contrastando com o resto.

“Rude Boy (Re:Birth)” é uma antiga música que também possui uma melodia muito legal, mas ao invés dos pesos das guitarras da versão anterior, fizeram uma versão totalmente acústica, que é belíssima. Já “Baby Kingdom” contrasta com a faixa anterior e é mais uma música para pular, com um refrão muito legal. Quando você a ouve, imagina as interações da banda com o público.

Segue-se “-absolute-”, uma intro orquestrada para a antiga “BLACK DROPPer”, que é uma música com bastante peso. A penúltima faixa, “decade”, é uma música que ficará na sua cabeça, não só pelas melodias mais alegres, mas pelos vocais que foram feitos para o público cantar. É uma música muito, mas MUITO grudenta que vicia rápido.

“SMILE WORLD” termina o álbum de forma sonolenta. É uma daquelas baladas tão lentas que, se você estiver no embalo das músicas anteriores, vai nem querer chegar perto dela. Mesmo tendo uma melodia muito boa, ela está no lugar errado no tracklist.

O DaizyStripper só não foi mais feliz nesses dois álbuns por causa da escolha da ordem das faixas. Poderia ter sido mais bem aproveitada porque acaba perdendo clima e empolgação ao longo de ótimas composições e produção. Para quem gosta de músicas lentas, quase como música de doramas, os dois álbuns são recomendados, mas, desta vez, é até mais fácil de rotular. Gosta de peso e um pouco de música calma? Ouça o BIRTH e passe longe de LOVE. Se o seu caso é o contrário, não gosta tanto de peso, passe longe de BIRTH e ouça o LOVE, apesar de seus contrastes.

Avaliação final: 7,5

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