As postagens nesse blog tão se tornando mensais. Chato pra caralho. =/
Mas não é essa a intenção daqui pra frente! Haha! Tudo novo com o Jornal da Rádio Blast!. Você tá ligado nas mudanças que têm acontecido no nosso programa nos últimos tempos?
Pois é, primeiro em relação ao horário. O Jornal trocou de horário com o Estação Blast!, apresentado pelo Guideki, fã de indie rock japonês e de uns remixes raros que só ele acha, não me pergunte onde. Agora o nosso programa vai ao ar de segunda a sexta, a partir das 15h (três da tarde). Estamos combinados?
Há muito tempo, as notícias retratadas pelo Jornal vem mudando de foco e eu não registrei nada disso aqui. Acontece que o noticiário ficou muito mais musical do que a proposta inicial. Todo dia, trazemos novidades relativas a lançamentos do mercado fonográfico oriental, mesmo, a músicas novas de bandas já consagradas e de grupos independentes menores. Acredito que essa mudança tenha acontecido pra melhor, ainda que o j-pop fique à margem da situação. Tsuchiya Anna, Olivia e poucas outras mocinhas bonitas são as sobreviventes com essa nossa postura de dar preferência pelo j-rock.
Mas por que falar mais de j-rock no Jornal da Rádio Blast!? Por que falar mais de j-rock no J-Neration, no Estação e até no Breguetz? Eu vejo essa alternativa como uma forma de distanciar, diferenciar o projeto Rádio Blast! em relação à TV e às estações de rádio tradicionais lá do Japão. Lá o pop é sucesso constante, o pop-rock tem um espaço considerável nos Oricons da vida e a cada dia mais garotinhas saem do colegial e vão direto pros palcos cantar para uma multidão sempre crescente de fãs. O pop no Japão é freqüente, é muito ocidentalizado e, numa visão ignorante de quem admite não conhecer o gênero tão bem, muito repetitivo. E aqui caberia toda uma discussão sobre indústria e massificação cultural, reflexo direto do processo de globalização, mas seria chato pra caralho de ler. :p
O que quero dizer é que o termo j-rock é musical, histórica e culturalmente tão amplo que o trabalho com ele é muito mais diversificado e menos enjoativo do que com o j-pop. Sabe, eu respeito quem gosta de pop; a suu inclusive fala disso muito bem quando tá a frente do J-Neration (toda terça e quinta, a partir das 19h). Tem também a Silvinha, que, no Sociedade Anônima, costuma tocar o que há de mais pop no pop japonês e ainda tá conhecendo os grupos mais famosos do gênero.
Assim, vida longa ao j-rock. A cada dia que passa, eu conheço mais músicas e me identifico ainda mais com o trabalho de bandas japonesas de rock. Curto o que é velho, respeito o que é origem, vanglorio os pais do visual kei, mas sou completamente viciado por grupos experimentais, grupos que têm como ideologia a verdadeira essência do rock'n'roll: liberdade de criação.
A propósito, outro dia ouvi Head Phones President. Criativo e intrigante, meio rock, meio música industrial. Meio difícil de classificar. Recomendo, hein!
No próximo post, falaremos sobre o dia 27 de agosto de 2008 (ontem, segunda-feira), o dia que entrou pra história do mercado j-rock/visual kei este ano. Afinal, não é comum ver bandas como MUCC, Miyavi, L’Arc~en~Ciel, Merry e Acid Black Cherry lançando material num dia só, né?
Fora o que produziram os grupos mais undergrounds, menos conhecidos pela galera. Foi o dia. Haja fôlego!
A gente se vê, pessoal. Até hoje, às 15h, em mais uma edição cheia de novidades do Jornal da Rádio Blast!.
















Comentários
Shinobu Tarmann
qui, 28/08/2008 - 18:24
Wuuuaaaah! Agora vou poder te ouvir! =D
Mas não vou poder ouvir o Guideki ;o;... O vida injusta D:
Mas paciencia ^^... e é bom mesmo que o jornal volte com tudo porque agora eu posso ouvir!!
Guideki
sex, 29/08/2008 - 15:32
É Que pena Shinobu... infelizmente suas tardes não serão as mesmas! XD
Mas é legal! isso é bom que a gente sempre revê as temáticas, os programas, assustos e tudo mais!