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    <title>CybeRarts</title>
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    <title>Rhythm Based Quest pt.1</title>
    <link>http://www.radioblast.com.br/cyberarts/2008/03/rhythm-based-quest-pt1</link>
    <description>&lt;!-- google_ad_section_start --&gt;&lt;p&gt;Talvez alguns de vocês &lt;font color=&quot;#999999&quot;&gt;(espero que a maioria)&lt;/font&gt; já tenha visto ou jogado algum &#039;jogo de música&#039;. Ok, concordo que todos os bons jogos tem uma trilha sonora destacável, sem falar de campanhas como &lt;i&gt;Final Fantasy, &lt;/i&gt;&lt;i&gt;Katamari&lt;/i&gt;, ou até mesmo o inusitado &lt;i&gt;Locoroco&lt;/i&gt;, que contam com trilhas sonoras que merecem uma atenção tão grande quanto o jogo em si.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas existe uma série de lançamentos onde a música faz parte essencial da jogabilidade, onde as marcações do ritmo criam as peças de um puzzle; onde as notas musicais, o tempo e as variações da música criam os níveis pelo qual o usuário terá de passar; e onde a noção rítmica e a habilidade de reconhecer comandos rapidamente são mais essenciais do que qualquer outra habilidade lógica. Dentro deste universo existem tantas marcas, estilos e &#039;simuladores&#039; que um artigo apenas seria muito pouco para falar do assunto.&lt;/p&gt;
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     <comments>http://www.radioblast.com.br/cyberarts/2008/03/rhythm-based-quest-pt1#comments</comments>
 <pubDate>Thu, 27 Mar 2008 04:18:21 +0000</pubDate>
 <dc:creator>xper</dc:creator>
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    <title>Carnaval de Nerd</title>
    <link>http://www.radioblast.com.br/cyberarts/2008/02/carnaval-de-nerd</link>
    <description>&lt;!-- google_ad_section_start --&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;
&lt;pre&gt;&lt;img src=&quot;http://cyberarts.wordpress.com/files/2008/02/082707nerd.jpg&quot; alt=&quot;082707nerd.jpg&quot; /&gt;&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Não sei vocês, mas eu já aceitei de coração o &lt;i&gt;lag&lt;/i&gt; de pelo menos um ano entre eu e a atual geração de consoles de video-game. Ou seja, saiu algo hoje, terei a oportunidade de jogá-lo pra valer somente daqui a uns muitos meses, e olhe lá. Seja por causa do preço dos consoles, por a pirataria levar um tempo para crackear bonitinho &lt;font color=&quot;#999999&quot;&gt;(apesar de ser eventualmente contra, sou cliente)&lt;/font&gt;, ou simplesmente por estar sem tempo para jogar de tudo. Mas, ainda assim, existem aquelas poucas almas abençoadas que ganham um salário bom e gastam com todo tipo de parafernalha &lt;i&gt;gamer&lt;/i&gt;, bons samaritanos que podem te adiantar um pouquinho do gostinho do futuro.&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Tue, 19 Feb 2008 00:29:46 +0000</pubDate>
 <dc:creator>xper</dc:creator>
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    <title>LocoRoco Cocoreccho! e Patapon</title>
    <link>http://www.radioblast.com.br/cyberarts/2008/02/locoroco-cocoreccho-e-patapon</link>
    <description>&lt;!-- google_ad_section_start --&gt;&lt;p&gt;Não satisfeita em agraciar o mundo com &lt;b&gt;LocoRoco&lt;/b&gt;, um dos jogos mais peculiares de 2007, a &lt;i&gt;&lt;span class=&quot;new&quot;&gt;SCE Japan Studio&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;, uma das subdivisões criativas da &lt;i&gt;Sony&lt;/i&gt;, resolveu continuar fazendo do mundo dos games um lugar mais fofo. Primeiro anunciou uma continuação para a série de PSP, com o nome de &lt;i&gt;LocoRoco Cocoreccho!&lt;/i&gt; E ainda, quase ao mesmo tempo, lançou no mercado um novo jogo chamado &lt;i&gt;Patapon&lt;/i&gt;, repetindo a dose de nomes, que, de tão retardados, são até bastante chamativos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ambos os lançamentos apresentariam uma cara única, beirando a genialidade de tão assustadoramente dementes, se já não existisse &lt;i&gt;Katamari&lt;/i&gt; no mundo, para nos provar que os japoneses sugam suas idéias de um plano diferente do nosso. Mas, ainda assim, seja em termos de design ou jogabilidade, o grupo merece muito nossa atenção, principalmente porque está começando agora a mostrar as caras e já anda experimentando coisas bem peculiares.&lt;/p&gt;
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     <comments>http://www.radioblast.com.br/cyberarts/2008/02/locoroco-cocoreccho-e-patapon#comments</comments>
 <pubDate>Fri, 08 Feb 2008 16:47:28 +0000</pubDate>
 <dc:creator>xper</dc:creator>
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    <title>De novo! E dessa vez não é exclusividade brasileira!</title>
    <link>http://www.radioblast.com.br/cyberarts/2008/02/de-novo-e-dessa-vez-nao-e-exclusividade-brasileira</link>
    <description>&lt;!-- google_ad_section_start --&gt;&lt;p&gt;&lt;center&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt; line-height: 115%&quot;&gt;Este artigo é complementar ao segundo artigo ‘&lt;a href=&quot;http://cyberarts.wordpress.com/2008/01/15/panorama-do-cenario-internacional-de-games-pt1&quot;&gt;Panorama do Cenário Internacional de Games&lt;/a&gt;’, que irá abordar a conotação cultural dos jogos na atualidade. Fique de olho no &lt;a href=&quot;http://cyberarts.wordpress.com/&quot;&gt;Blog&lt;/a&gt;!&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img src=&quot;http://cyberarts.wordpress.com/files/2008/02/no_bull.jpg&quot; alt=&quot;no_bull.jpg&quot; /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Muita gente vem comentado e dado corda para a mais nova &lt;i&gt;bosta de touro&lt;/i&gt; promovida por um órgão público brasileiro: A proibição das vendas de dois jogos (&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic&quot;&gt;Counter Strike&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;&lt;i&gt;Everquest&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;) em Goiás. Toda a discussão se resume a mais algum ressentido ‘homem da lei’, suportado por uma série de ‘profissionais’ retrógrados, que com argumentos totalmente vagos promovem o preconceito generalizado contra o veículo Games.&lt;/p&gt;
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     <comments>http://www.radioblast.com.br/cyberarts/2008/02/de-novo-e-dessa-vez-nao-e-exclusividade-brasileira#comments</comments>
 <pubDate>Sat, 02 Feb 2008 03:11:29 +0000</pubDate>
 <dc:creator>xper</dc:creator>
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